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Vereador do Cidadania de MG pedala mais de 800 km para pedir melhorias ao seu município

Professor Sidão foi recebido pelo presidente e secretário de Finanças do Cidadania

O vereador do Cidadania do município de São Joaquim de Bicas (MG), Professor Sidão, encontrou uma forma inusitada de protestar e angariar recursos para a sua cidade. Ele pedalou, durante cinco dias e meio, sozinho e sem apoio, entre a sua cidade natal e Brasília (DF). O objetivo do parlamentar foi também o de chamar atenção para a importância do ciclismo e solicitar a bancada mineira no Congresso Nacional verbas para as áreas de educação, saúde, esporte e segurança pública.

A jornada teve início no dia no dia 2 de abril e foi concluída no último domingo (7). Na capital federal, ele foi recebido pelo presidente do partido, Roberto Freire, que saudou a coragem do vereador por enfrentar mais de 800 quilômetros de bicicleta. Sidão destacou que o município não possui recursos para arcar com a viagem e o jeito foi enfrentar as intempéries do tempo para alcançar o seu objetivo.

Dificuldades e desrespeito no trajeto

“Fiz um evento na cidade e coletei várias assinaturas para exigirmos a construção de ciclovias nas rodovias municipais, estaduais e federais, e ao mesmo tempo revindicar melhorias para o nosso município, que está carente de recursos e têm muitas demandas. Nós não temos diárias e o município no pode pagar a viagem. A maneira que achei para fazer uma viagem de baixo custo foi pedalando. Aqui em Brasília vou visitar a bancada do estado [no Congresso] pontuando os anseios do município e da minha categoria que é o ciclismo”, disse.

Desrespeito

Professor Sidão afirmou que passou por diversas dificuldades no trajeto e chamou atenção para o desrespeito dos motoristas aos ciclistas.

“Infelizmente nós [ciclistas] não temos segurança. Foram cinco dias e meio rodando na estrada. Enfrentei muitos desrespeitos. Teve hotel que não me recebeu pelo fato deu ser ciclista. Além disso, passei por situações de quase ser atropelado devido a motoristas fazendo ultrapassagens pelo acostamento. Infelizmente isso é o que acontece em todo o Brasil”, criticou.

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