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Roberto Freire critica representação para enquadrar PT na Lei de Segurança Nacional

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Presidente do PT participou da posse do presidente venezuelano Nicolás Maduro

A decisão do MBL (Movimento Brasil Livre) ingressar com ação criminal na PGR (Procuradoria-Geral da República) contra a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, pela viagem à Venezuela para participar da posse do presidente Nicolás Maduro, na quinta-feira (10), foi criticada pelo presidente do PPS, Roberto Freire, no Twitter.

“Apelar para lei de segurança nacional numa questão política dessa irrelevância promovida por Lula/Gleisi/PT – e pior, que só a eles prejudica – é uma tremenda babaquice”, escreveu na rede social.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo (veja aqui), a alegação do movimento para a ação na PGR é de que Gleisi “teria infringido o Artigo 8 da Lei de Segurança Nacional, que afirma que é crime ‘entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil'”.

“A postura da Gleisi como presidente do PT e seu alinhamento com o Nicolás Maduro, bem como as críticas ao Grupo de Lima, ao qual o Brasil é signatário, acentuaram a hostilidade do ditador venezuelano ao governo brasileiro”, diz Rubinho Nunes, advogado e coordenador do MBL” à coluna.

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