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Roberto Freire diz que aumento do teto salarial aprovado pelo Senado é “uma vergonha”

Robson Gonçalves

"Uma vergonha!", afirmou o presidente do PPS ao analisar o reajuste

O presidente do PPS, Roberto Freire, criticou em sua conta no Twitter (veja aqui e abaixo) a aprovação pelo Senado, nesta quarta-feira (07), do reajuste de 16,38% para os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e o Procurador-Geral da República.

Para ele, o aumento do teto salarial dos servidores públicos gerado com medida é uma demonstração de que “o Estado brasileiro é refém das corporações” e “a prova de que os que mandam no Estado pouco se preocupam com o restante da população brasileira. Uma vergonha!”, afirmou

O reajuste foi aprovado por 41 votos a 16 e segue agora para a sanção do presidente Michel Temer. A proposta do aumento foi encaminhada ao Congresso em 2015 pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Um ano depois, a Câmara aprovou o reajuste, mas o aumento ainda não havia sido analisado pelos senadores. O texto estava parado desde 2016 no Senado e foi incluído na pauta da Casa nesta terça-feira (6).

PGR

Os senadores aprovaram ainda um segundo projeto que também reajusta em 16% o salário para o cargo de Procurador-Geral da República – os vencimentos também passarão para R$ 39,2 mil. A proposta foi aprovada de forma simbólica, sem contagem de votos.

A proposta de reajuste foi encaminhada ao Congresso em 2015 pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Um ano depois, a Câmara aprovou o reajuste, mas o aumento ainda não havia sido analisado pelos senadores. O texto estava parado desde 2016 no Senado e foi incluído na pauta da Casa nesta terça-feira (6).


Roberto Freire @freire_roberto

O Estado brasileiro é refém das corporações. Esse aumento do teto salarial no serviço público consequência do reajuste na remuneração de Ministro do STF pelo Senado é a prova de que os que mandam no Estado pouco se preocupam com o restante da população brasileira. Uma vergonha

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