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Como Dilma em 2014, candidato de Lula mente para o eleitor na campanha

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Mentiras e contradições parecem continuar fazendo parte do modus operandi do PT

Mentiras, contradições e histórias mal contadas parecem continuar fazendo parte do modus operandi do PT como método de persuasão política. Ao longo de 14 anos, os governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba desde abril, e da ex-presidente Dilma Rousseff foram marcados por promessas falsas e mentiras. A situação se repete agora com o novo poste de Lula, o ex-prefeito Fernando Haddad, alçado à condição de candidato petistas após a impugnação da candidatura do ex-presidente petista.

Desde que se tornou o candidato oficial da legenda, Haddad tem utilizado o Bolsa Família como uma das suas principais bandeiras de campanha. Na TV, o petista tem repetido o bordão de que “até o Bolsa Família já está sendo cortado” pelo governo federal. Para exemplificar isso, exibiu o depoimento de uma dona de casa que afirmava ter perdido o benefício na gestão de Michel Temer. Mas “O GLOBO” descobriu a mentira.

O jornal foi atrás da verdadeira história e apurou que, ao contrário do que sugere a gravação, a dona de casa Cleide da Rocha recebeu o Bolsa Família até agosto, como comprova o extrato do seu cartão. De fato, dona Cleide deverá ter seu benefício suspenso, mas porque sua renda subiu e , por isso, não teria mais direito ao Bolsa Família, como determina a lei criada pelo próprio PT.

Questionada pela reportagem sobre os pagamentos, a dona de casa primeiro disse que estava sem receber “há seis meses”. Depois, diante dos dados, admitiu ter recebido em agosto e deu explicações confusas para o suposto bloqueio do benefício nos meses anteriores.

Indulto a Lula

Nesta terça-feira (18), mais um episódio de contradição do partido chamou atenção. Haddad afirmou que não vai dar indulto ao ex-presidente Lula, caso seja eleito. No entanto, ontem (18), em entrevista ao “Valor Econômico”, a presidente da nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), disse que o partido e Haddad vão trabalhar para que Lula seja libertado “o mais rápido possível”.

Risco de novo estelionato eleitoral

As mentiras sempre permearam as campanhas do PT. Em 2014, a ex-presidente Dilma negou a crise econômica e garantiu a inflação dentro da meta. Menos de um ano depois, o indicador atingiu 10,67% e estourou o teto da meta do governo. O estelionato eleitoral levou milhões de brasileiros às ruas meses após a reeleição de Dilma, que acabou sendo afastada do cargo por impeachment. (Site do PSDB)

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