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Roberto Freire critica declarações de general da reserva e conclama a sociedade para evitar retrocessos na democracia

Reprodução/Estadão Conteúdo

Freire: "Mais uma estultice das forças antidemocráticas que pretendem conduzir o Brasil para um futuro arriscado"

O presidente do PPS e candidato a deputado federal pelo PPS de São Paulo, Roberto Freire, fez duras criticas as declarações do general da reserva e candidato a vice-presidente na chapa do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), Hamilton Mourão (PRTB), que defendeu a formulação de uma constituinte por meios não democráticos.

“É preciso derrotá-los nas urnas”

“Mais uma estultice das forças antidemocráticas que pretendem conduzir o Brasil para um futuro arriscado. Um futuro onde as liberdades e a democracia correm perigo. Por que? Um vice-presidente da chapa de [Jair] Bolsonaro defendeu a tese de uma constituinte que não seja formulada pela cidadania e o eleitorado brasileiro. Evidentemente uma grave distorção de alguém que não tem o mínimo respeito com o que significa a Assembleia Nacional Constituinte, a democracia, a cidadania e a eleição”, afirmou.

STF

Freire também comparou a Constituinte sem a participação dos eleitores brasileiros à proposta de Bolsonaro de ampliar o número de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele lembrou que a medida foi adotada pela Venezuela, que hoje vive  uma ditadura sob o governo do presidente Nicolás Maduro.

“Isso [a formulação de uma constituinte] se assemelha ao que foi proposto pelo Bolsonaro de  aumentar o número de membros do STF. Isso é uma tese que foi adotada pelo chavismo e iniciou o processo de perda das liberdades, da democracia e da instalação da ditadura [na Venezeula]. Em um primeiro momento com [Hugo] Chávez e no segundo momento com Maduro”, lembrou o presidente do PPS.

Futuro melhor

Roberto Freire afirmou que o País deve tomar cuidado para não regredir nas conquistas sociais e democráticas, ao destacar que o PT também defende regimes autoritários.

“Uma outra face da mesma moeda. O lulopetismo também é antidemocrático e defende ditaduras à la Maduro. O Brasil não tem condições de ser uma Venezuela. Não pode regredir para ser uma outra ditadura como pretende esse vice-presidente do Bolsonaro, que também é um grande defensor de ditaduras, tortura e torturadores. Precisamos estar atentos porque com essas visões o Brasil não terá um futuro melhor. Será um retrocesso. Por isso é preciso derrotá-los no próximo dia 07 de outubro”, conclamou o dirigente do PPS.

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