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Geraldo Alckmin defende o fortalecimento da indústria para aumentar o número empregos no País

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O Brasil precisa fortalecer seu pacto industrial e é isso que vamos fazer”, afirmou o tucano

Em visita a Betim (MG), o candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu, nesta quarta-feira (12), o fortalecimento da indústria como caminho para aumentar o número de empregos no País.

“Nós precisamos fortalecer a indústria. É importante a gente aumentar as exportações brasileiras, crescer o comércio exterior. Isso pode trazer muito emprego. E é rápido. A maioria das indústrias está com muita ociosidade. Se você aquece a economia, você vai ter rapidamente postos de trabalho. O Brasil precisa fortalecer seu pacto industrial e é isso que vamos fazer”, afirmou (veja aqui as diretrizes gerais do programa de governo do candidato).

O PPS integra a coligação “Para Unir o Brasil” (PSDB, PTB, PP, PR, DEM, SOLIDARIEDADE, PPS, PRB e PSD) que apoia à candidatura do ex-governador de São Paulo.

Recuperação

Ao lado do candidato do PSDB ao governo de Minas, o senador Antonio Anastasia, Geraldo Alckmin criticou a administração petista no estado.

“Quero me solidarizar com o povo mineiro pela confusão que foi feita na área das finanças públicas pelo PT. Vamos ser parceiros de Minas Gerais para ajudar a recuperar rapidamente as finanças do governo do estado de Minas. Tenho dito isso para o Antonio Anastasia. Ele vai liderar essa recuperação”, previu.

Um dia depois de o PT ter oficializado a troca de seu candidato na disputa presidencial, Geraldo Alckmin lembrou a ligação de seus principais adversários com a trajetória do PT.

“Ciro (Gomes), foi ministro do Lula, sempre apoiou o PT, até a Dilma (Rousseff). O (Henrique) Meirelles se vangloria de ter sido ministro e presidente do Banco Central do PT, a Marina Silva foi 24 anos filiada ao PT e agora o Haddad. É inacreditável você lançar uma candidatura na porta da penitenciária”, ironizou o candidato tucano.

Retrocesso

Geraldo Alckmin reiterou que a volta do PT ao governo seria um retrocesso. “E quem pode vencer para não retrocedermos, não voltarmos atrás? Vejo que o Bolsonaro é um passaporte para voltar o PT. É só olhar o segundo turno. Acho que não vai. Mas, se for, é um perigo porque é um passaporte para voltar o PT. Você vota em um e elege o outro. Isso é um fato. Então vamos trabalhar muito para chegar no segundo turno”, concluiu. (Com informação da assessoria do candidato)

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