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Jungmann: 1.000 militares das Forças Armadas permanecerão no Rio Grande do Norte

Vitorino Junior/Photopress

Operação começou na última semana de 2017 e mobilizou 2.800 homens

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que, após o fim da greve das polícias do Rio Grande do Norte, mil homens das Forças Armadas ainda permanecerão no estado, em condições de “pronto emprego” para o caso de necessidade.

Segundo ele, a GLO (Garantia da Lei e da Ordem) das Forças Armadas no estado, que mobilizou 2.800 homens, termina nesta sexta-feira (12). Denominada de Potiguar III, a ação teve início na última sexta-feira de dezembro do ano passado, na região metropolitana de Natal.

“Com o fim das greves das polícias do RN , a ação das Forças Armadas (GLO) se encerrará dia 12”, escreveu Jungmann em sua conta no Twitter. “Porém, 1.000 militares permanecerão lá, em condições de pronto emprego, caso se faça necessário e o presidente determine. Missão cumprida”, completou.

As polícias civil e militar do Rio Grande do Norte entraram em greve em dezembro, por atraso no pagamento do salário e más condições de trabalho. O estado enfrentou uma onda de crimes, com registros de assaltos, arrombamentos e arrastões. Para reforçar o patrulhamento, o governo federal enviou a Força Nacional e os 2,8 mil homens das Forças Armadas.

Em 6 de janeiro, o governo potiguar decretou calamidade na Segurança Pública. A intenção do decreto era facilitar a compra de equipamentos que melhorem as condições de trabalho dos policiais.

Rio

Jungmann GLO rio 1Nesta sexta-feira, Raul Jungmann se reuniu com o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, a cúpula da segurança pública fluminense e integrantes das Forças Armadas para assinar um protocolo de intenções entre o governo federal e o estado de ações do plano integrado de Segurança.

O ministro da Defesa falou sobre os investimentos feitos pelo governo e fez um balanço das operações realizadas em 2017.

“Foram 15 operações com 32 mil homens e R$ 43 milhões. Vamos intensificar agora esta atuação ampliando a participação da Defesa. A GLO é a mais longa desde a constituição de 1988”, disse o ministro, ao acrescentar que a população civil também será chamada para participar. (Com informações do G1 e O Globo)

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