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Pollyana Gama: O velho, o novo e as reformas

O “velho jeito” de fazer política se julga acima do bem e do mal ao insistir em perdurar mesmo sob a luz dos mais variados holofotes. Paralelo à revelação de suas perversidades decorrentes das práticas ilícitas, ele parece nos querer paralisados, perdidos diante de tanta amargura.

É em meio a esse contexto que emerge também o discurso de anseio pelo novo e também por reformas.

Sabe-se que o “novo” é exigente, não surge com “velhas” práticas e engana-se quem pensa na idade como determinante.

O “novo” exige novas atitudes. Estudos, pesquisas são grandes aliados na construção de alternativas nos permitindo também, ousar ao afirmar que nem tudo está perdido. Essa “ousadia”, somada a sabedoria permite “separarmos o joio do trigo”, contribuindo no processo de alquimia da realidade.

Nessa busca pelo novo, identificamos ao longo da história a necessidade de reformar o que não está bom. E é curioso o quanto esse movimento é permeado por resistências, tendo os mais variados motivos.

Dentre as reformas postas, muitos dizem que a Política deveria ter sido a primeira delas. E qual reforma política? As respostas são ainda vagas e algo carece de atenção nessa jornada. Seja qual for a reforma política, será que dará conta de inovar, reformar o “ser político” que a precede?

Uma ação como essa envolve pessoas com seus velhos e/ou novos jeitos de fazer política. E isso não se restringe ao Congresso.

De tudo que tenho visto, estudado, sentido, estou cada vez mais convicta de que precisamos iniciar mesmo a reforma de nós seres humanos. Educação é o caminho. (Gazeta de Taubaté – 04/07/2017)

Pollyana Gama é deputada federal pelo PPS

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