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Delação da JBS: Lula e Dilma receberam US$ 150 milhões em propina no exterior

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Petista já respondem na Justiça por outros processos na Lava Jato

A delação do empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, e do executivo da empresa, Ricardo Saud, incrimina em novos casos os ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula de Silva e Dilma Rousseff, que colocaram o País na mais grave recessão econômica da sua história. Eles relataram em delação premiada o pagamento de até US$ 150 milhões em contas no exterior, em 2014, para Lula e Dilma.

O dono do grupo JBS, Joesley Batista, disse que fez depósitos no valor de US$ 70 milhões para Lula e de US$ 80 milhões para a ex-presidente.

As informações estão no vídeo do depoimento (veja abaixo) divulgado pelo Supremo Tribunal Federal , depois que o ministro Edson Fachin retirou o sigilo das delações dos empresários da JBS.

Joesley Batista disse que as operações eram tratadas com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo o empresário, o esquema começou em 2009 e o dinheiro foi usado em campanhas eleitorais.

“Quando terminou o governo Lula, ele [Guido Mantega] falou: ‘não, agora tem que abrir outra conta, essa conta aqui é da conta do Lula, agora tem que abrir uma para a Dilma’. Aí fiz uma pergunta: ‘eles sabem disso? O Lula sabe disso, a Dilma sabe disso?’ ‘Eles sabem sim, falo tudo pra eles [respondeu Mantega]'”, disse Joesley no depoimento. Segundo o empresário, em 2014 todo o dinheiro foi retirado das contas.

Mantega seria o intermediário dos pagamentos que eram devidos em razão de esquemas criminosos no BNDES e em fundos de pensão. Em 2010, por intermédio do ex-ministro Antonio Palocci, teria sido feito outro repasse de R$ 30 milhões para a campanha de Dilma.

Lula e Dilma, que já respondem na Justiça por outros processos no âmbito da operação Lava Jato, foram acusados nas delações da JBS de terem facilitado à empresa o acesso a créditos multimilionários do BNDES em troca de propinas pagas desde 2005. (Com informações das agências de notícias)

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