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Jungmann homenageia os heróis de Guararapes em cerimônia no Recife

Divulgação

Jungmann acompanhou o evento ao lado de autoridades civis e militares

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, participou, nesta quarta-feira (19), da cerimônia de comemoração do Dia do Exército, no Comando Militar do Nordeste, no Recife (PE). Jungmann acompanhou o evento ao lado do comandante da organização militar, general Artur Costa Moura, e de autoridades civis e militares.

Durante cerimônia, Jungmann enalteceu a importância da data, lembrando que foi instituída pelo ex-ministro do Exército general Zenildo Zoroastro de Lucena. Jungmann saudou os heróis de Guararapes, ao lembrar os feitos históricos, e frisou que os ideais de Pátria, mantidos até hoje, foram costurados com muita luta.

“Fazemos a defesa da Pátria, somos respeitados por sermos uma nação íntegra, mas não desarmada. Como diz a Canção do Exército: a paz queremos com fervor, a guerra só nos causa dor. Porém, se a Pátria amada for um dia ultrajada, lutaremos sem temor”, disse em discurso.

Assim como ocorreu em todo País, no dia 19 de abril, Dia do Exército, são condecorados com as medalhas da OMN (Ordem do Mérito Militar) e do Exército Brasileiro autoridades civis e militares que prestaram relevantes serviços à Força Terrestre e se tornaram credoras de homenagem especial da Instituição.

Guararapes

A “Batalha dos Guararapes” foi um confronto armado envolvendo o Reino de Portugal, apoiado pelos luso-brasileiros defensores do Império e o exército invasor da República das Sete Províncias Unidas (Holanda), pelo domínio da região nordeste do Brasil, no período conhecido como Brasil Colônia.

Com efeito, a luta durou de abril de 1648 a fevereiro de 1649 e teve como palco o Morro dos Guararapes, região do município de Jaboatão dos Guararapes, próximo ao município do Recife, onde ocorreram as duas batalhas do conflito nas quais tropas coloniais da Coroa portuguesa sagraram-se vitoriosas contra uma força muito superior a sua, graças às técnicas de guerrilha que aproveitavam o conhecimento nativo do território.

Não obstante, essa batalha é considerada o marco simbólico para a origem do Exército Brasileiro, uma vez que um sentimento de patriotismo e nacionalismo brasileiro alinhou europeus, luso-brasileiros, negros e indígenas para expulsar os holandeses.

Os nomes dos principais dos comandantes “Patriotas” desta batalha foram inscritos no “Livro de Heróis da Pátria”, dentre eles João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Francisco B. de Meneses, Filipe Camarão, Henrique Dias e Antônio Dias Cardoso. (Assessoria Ministério da Defesa)

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