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Protagonismo do setor agropecuário será importante para retomada econômica, diz Arnaldo Jardim

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Setor tem capacidade de inovação cientifica e tecnológica, diz Jardim

Apesar da grave crise econômica e da recessão imposta aos brasileiros pelo desgoverno do PT, sobretudo no período da gestão Dilma Rousseff, o setor agropecuário demonstrou dinamismo quando comparado a outros setores. Além de representar um quarto de toda nossa economia, oito dos 10 principais produtos exportados pelo País vêm do campo.

O secretário de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo e deputado federal licenciado (PPS-SP), Arnaldo Jardim, foi otimista ao analisar a situação do setor que “demonstra dinamismo diferenciado” em relação aos demais. Para o secretário, a agricultura e pecuária podem ser protagonistas na retomada do crescimento brasileiro.

“Foram quatros anos seguidos de recessão econômica, uma triste herança do desgoverno que passou pelo País, principalmente na época da Dilma. Neste momento em que o País se organiza, temos mais uma vez o setor agropecuário como o que mais resistiu à crise, podendo inclusive ser um importante protagonista na retomada do crescimento econômico”, disse.

Jardim destacou que existem fatores importantes para que o setor agropecuário contribua para o equilíbrio da economia  brasileira, dentre eles a manutenção da capacidade de inovação cientifica e tecnológica. Segundo o secretário, os investimentos permitiram avanços importantes nas últimas décadas.

“É preciso manter a capacidade de inovação, marca registrada do setor. O Brasil nas últimas décadas multiplicou por cinco a produção e cresceu apenas 30% na área plantada. Outro aspecto importante são as grandes, médias, pequenas propriedades e a agricultura familiar. Quando olhamos São Paulo pensamos que é constituído apenas de grandes propriedades, mas 82% dessas unidades de produção são menores que quatro módulos fiscais. Isso dá a dimensão da importância da diversidade desse setor que é tão significativo”, afirmou.

Retomada econômica

Arnaldo Jardim também fez uma análise sobre as medidas econômicas adotadas pelo governo de transição do presidente Michel Temer e afirmou que as iniciativas até agora marcam o fim de uma “era de ficção”, fazendo uma referência clara a incompetência do governo passado na condução da política econômica.

“Existe um realismo fiscal muito importante. [O governo Temer] deixa a era da ficção e começa mostrar planejamento e pé no chão. Isso por si já vale, porque sinaliza aos agentes econômicos que não confiam em artificialismo. Esse clima mudou. Foi positivo o gesto do presidente ao anunciar as micro-reformas. Além disso, tivemos o repensamento sobre o crédito rotativo do cartão e o anúncio da ampliação das faixas do Minha Casa, Minha Vida”, disse.

Para ele, o governo Temer “abandonou aquela linha ortodoxa do passado e começou a combinar medidas para incrementar a economia. O governo intensificou propostas de ativação da economia que são absolutamente indispensáveis”, afirmou.

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