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Para Pollyana, reforma do ensino médio pode contribuir com desenvolvimento dos jovens

Evasão escolar aponta para a necessidade de mudanças, diz deputada

Após a aprovação, pelo Senado, da reforma do ensino médio, a deputada Pollyana Gama (PPS-SP), que é professora, disse que as mudanças são importantes principalmente porque é nessa etapa do ensino que há a maior evasão escolar.

“Estamos esperançosos de que essa reforma possa colaborar com o desenvolvimento dos nossos jovens para a vida. Que, de uma forma muito concreta, eles tenham acesso à educação, tenham garantida sua permanência com real sentido e contribuir para a nossa sociedade brasileira”, disse Pollyana.

Pollyana Gama é professora
Pollyana Gama é professora

A deputado destacou alguns pontos da reforma. O primeiro deles é que, com as intervenções da Câmara, o Congresso garantiu a manutenção de disciplinas como Inglês, Sociologia, Filosofia, Artes e Educação Física. A deputada salientou que a discussão sobre as disciplinas que ocorre paralelamente a essa, que é a com relação à base curricular comum. “É aí que muita gente acaba confundindo as coisas e divulgando informações desconectadas e imprecisas”, advertiu.

Curso técnico

A mudança dará ao ensino médio a possibilidade de formação técnica aos alunos. “Isso não significa que todo mundo vai fazer curso técnico, mas sim que os que querem fazer terão isso disponibilizado nas escolas de ensino médio”, esclareceu.

Sobre a carga horária, Pollyana disse que atualmente ela é de 800 horas. “O objetivo é que possamos, nos próximos anos, ter uma progressão para atingir a formação em tempo integral em 1400 horas. “A gente precisa fazer mais e mais com qualidade”, observou.

Tudo isso exige recurso, afirmou Pollyana. E a proposta de mudança no ensino médio prevê repasse de dinheiro. “Conseguimos estender o prazo dos aportes de recursos do governo federal para até dez anos e após  isso haverá toda uma lula para continuarmos nesse auxílio com os recursos para as nossas escolas de ensino médio”.

Notório saber

A deputada falou ainda sobre a aceitação do notório saber. “Ele é aceito em algumas situações específicas. Por exemplo: em uma determinada cidade, é interessante a formação técnica na área de elétrica que será muito bem recebida pelo mercado de trabalho, então nada mais justo que compor a educação para os jovens com pessoas com notório saber nessa parte de elétrica para colaborar na formação dos alunos”.

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